Fonte: http://www.wur.nl/en/Expertise-Services/Research-Institutes/food-biobased-research/Expertise-areas/Biobased-chemicals/Industrial-biotechnology.htm
A área de saúde humana da biotecnologia se preocupa com produtos e processos de interesse à saúde. Invariavelmente, dentre esses produtos se destacam os medicamentos. Por isso, alguns autores chamam esse setor de Biotecnologia Farmacêutica.
O Termo "biológicos", biofármaco, ou produto Farmacêutico biotecnológico ou medicamentos biológicos, se tornaram parte da literatura farmacêutica. Entretanto, esses termos são usados de modo intercambiável, e podem significar coisas diferentes para pessoas diferentes.
Apesar de se subentender que o termo "biológico" se refere a um produto farmacêutico produzido por meios biotecnológicos, sua definição é limitada. Nos ambientes Farmacêuticos, "biológico" geralmente se refere a hemoderivados, assim como vacinas, toxinas e alérgenos. A Biotecnologia tem um sentido muito mais abrangente e estabelecido. Essencialmente, se refere ao uso de sistemas biológicos (células ou tecidos) ou moléculas biológicas (ex: enzimas) para a fabricação de produtos comerciais.
O termo Biofármaco, foi usado inicialmente na década de 80 para descrever uma classe de proteínas Terapêuticas produzidos por técnicas biotecnológicas, de modo mais específico, por engenharia genética, ou no caso dos anticorpos monoclonais, pela tecnologia de Hibridomas.
Apesar de que a maioria dos biofármacos ou ou produtos biotecnológicos aprovados ou em desenvolvimento são proteínas produzidas via engenharia Genética, esses termos englobam produtos baseados em ácidos nucleicos (DNA e RNA) e terapias celulares. Além disso, células de microorganismos engenheirados podem também gerar produtos, como Antibióticos, Glicanos, etc.
Fonte:
Kar, A. (2007). Pharmacognosy and pharmacobiotechnology. (2nd ed.). New Delhi: New Age.
Walsh, G. (2007). Pharmaceutical Biotechnology. Chichester: John Wiley & Sons.

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